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quinta-feira, 9 de junho de 2016

A carreira do Farmacêutico Industrial




A carreira de farmacêutico industrial é uma das mais concorridas e valorizadas do mercado. Com o avanço das legislações do setor, a crescente preocupação com a qualidade dos produtos industrializados e a necessidade de aumento de produtividade industrial, esta carreira requer cada vez mais investimento em aperfeiçoamento profissional.


Ser farmacêutico industrial exige do profissional conhecimentos aprofundados de gestão industrial e ferramentas da qualidade, normas nacionais e internacionais de Boas Práticas de Fabricação, técnicas de controle de qualidade, gestão de projetos e processos e, principalmente, da legislação sanitária do setor. Capacidade de negociação, aptidão para tarefas administrativas e algumas habilidades, como liderança e comunicação, são imprescindíveis, visto que estes profissionais assumem, muitas vezes, cargos de nível estratégico ou tático nas empresas onde atuam. Ter domínio da língua inglesa é imprescindível para acessar a literatura técnica da área, e o espanhol é um diferencial para quem pretende atuar na carreira.


O QUE FAZ
Na indústria farmacêutica, farmoquímica e cosmética:

- Dirige, gerencia ou executa atividades ligadas ao departamento de produção;
- Dirige, gerencia ou executa atividades ligadas ao departamento de programação e controle da produção;
- Dirige, gerencia ou executa atividades ligadas ao departamento de registro de produtos;
- Dirige, gerencia ou executa atividades ligadas ao departamento de garantia da qualidade e de controle de qualidade;
- Dirige, gerencia ou executa atividades ligadas ao departamento de desenvolvimento de produtos;
Fonte

Farmácia Industrial

Dentro da indústria, o campo de atuação dos farmacêuticos é amplo. Eles podem trabalhar 
no desenvolvimento de um novo medicamento, na linha de produção, no controle de qualidade e até mesmo na logística. Toda armazenagem e distribuição de medicamentos precisa ser feita sob sua orientação.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/guia-de-profissoes-da-industria-ao-balcao-farmaceuticos-encontram-mercado-de-trabalho-aquecido-gracas-aprovacao-da-lei-2799500#ixzz4B51i2IFh 
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Industrias em bh

Você sabia que há industrias farmacêuticas em Belo Horizonte?
 Pois é cheque só algumas...
Pharlab Indústria Farmacêutica - 
Belfar Ltda- Belfar Ltda-
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Prescrição farmacêutica, uma vitória da saúde




          Os farmacêuticos vivenciaram, em setembro, um marco histórico na profissão. O Conselho Federal de Farmácia (CFF) publicou, no Diário Oficial da União do dia 25, a Resolução 586/2013, que regulamenta a prescrição farmacêutica no Brasil. Foram anos de luta da categoria, que clamava pela oficialização de um ato que já era praticado pelos profissionais desde o tempo das boticas. Com a regulamentação, o farmacêutico vai ganhar mais reconhecimento e credibilidade, e a população vai ganhar em qualidade no atendimento.
          Se antes da regulamentação as pessoas já poderiam adquirir Medicamentos Isentos de Prescrição agora, será possível utilizar os produtos após receber a recomendação diretamente de um farmacêutico, profissional habilitado tecnicamente para esse fim. Com isso, cresce a responsabilidade do farmacêutico, que deverá prestar um atendimento ainda mais técnico e preciso, buscando entender as necessidades do paciente antes de fazer a prescrição, ou recomendar a intervenção de outro profissional de saúde.
          Segundo o presidente do CFF, Walter Jorge João, a prescrição farmacêutica é fundamental sob vários aspectos, sobretudo para evitar o avanço das doenças crônicas não transmissíveis no Brasil. De acordo com ele, a prescrição farmacêutica constitui uma das atribuições clínicas do farmacêutico e deverá ser realizada com base nas necessidades de saúde do paciente, nas melhores evidências científicas, em princípios éticos e em conformidade com as políticas de saúde vigentes.



Artigo retirado da Farmacia Revista

REVISTA DO CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Nº 37 - SETEMBRO / OUTUBRO DE 2013

Farmacia Hospitalar

O Papel do Farmacêutico Hospitalar é o apoio clínico integrado a serviço do paciente, objetivando dispensar medicações seguras e oportunas. Sua missão compreende tudo o que se refere ao medicamento, desde sua seleção até sua dispensação.
A Farmácia Hospitalar é a unidade clinica de assistência técnica, administrativa e contábil, dirigida por profissional farmacêutico que visa atender toda a comunidade hospitalar no âmbito dos produtos farmacêuticos, integrada técnica e hierarquicamente as atividades hospitalares. É um órgão de abrangência assistencial, técnico-científica e administrativa, onde se desenvolvem atividades ligadas à produção, armazenamento, controle, dispensação e distribuição de medicamentos e correlatos às unidades hospitalares. É igualmente responsável pela orientação de pacientes internos e ambulatoriais, visando sempre à eficácia da terapêutica, além da redução dos custos. O Papel do Farmacêutico Hospitalar é o apoio clínico integrado a serviço do paciente, objetivando dispensar medicações seguras e oportunas. Sua missão compreende tudo o que se refere ao medicamento, desde sua seleção até sua dispensação.



COMO OS MEDICAMENTOS SÃO LIBERADOS:

MEDICAÇÃO QUE NECESSITAM DE ATENÇÃO ESPECIAL, CUIDADO PARA NÃO CONFUNDIR!








quarta-feira, 8 de junho de 2016

O Mercado Magistral e suas Perspectivas

Falar sobre o mercado magistral hoje é apresentar um mercado completamente diferente e muito mais competitivo do que encontrávamos há 30 anos no Brasil. Só para se ter uma ideia, a farmácia de manipulação quase acabou nos anos 50, por conta da industrialização do país e o crescimento das indústrias farmacêuticas. Mas foi nos anos 80 que o setor voltou a ganhar fôlego com as restrições às importações e ao controle rigoroso de preços pelo governo. Com esse cenário, muitas indústrias deixaram de produzir medicamentos, abrindo espaço para o fortalecimento do mercado magistral.

Até o final da década de 90, o setor se dividia entre manipulação alopática e homeopática; Se restringia na manipulação de formulações personalizadas prescritas apenas por algumas especialidades médicas, como dermatologia, endocrinologia, ginecologia, reumatologia, entre outras. Para alguns empresários, esse foi o período mais rentável do setor, pois quase não havia concorrência e o investimento no processo de produção, qualificação e garantia de qualidade era muito menor do que o aplicado atualmente.


Porém, sem uma legislação direcionada ao mercado era comum a discussão sobre a qualidade do medicamento produzido nas farmácias magistrais. Mas em 2000, com o marco da criação da RDC 33/2000, voltada exclusivamente ao setor magistral e o advento do medicamento genérico, a classe médica passou a prescrever utilizando o nome do princípio ativo ao invés da marca, permitindo que as farmácias de manipulação pudessem aviar esses medicamentos. Nesse instante houve a explosão do número de farmácias magistrais, que já não se dividiam mais entre alopáticas e homeopáticas, além das drogarias que passaram a implantar em seus estabelecimentos laboratórios de manipulação e começaram a produzir fórmulas magistrais, aumentando ainda mais a concorrência.
Hoje, as farmácias de manipulação atendem praticamente todas as especialidades médicas, têm uma legislação direcionada, um trabalho intensivo de valorização do medicamento manipulado através de órgãos de classe, além da divulgação das farmácias de manipulação de forma independente. Para se ter uma ideia da concorrência que o setor magistral vive hoje, segundo a Associação Nacional dos Farmacêuticos Magistrais e o Conselho Federal de Farmácia, em 2010 o setor magistral possuía aproximadamente 10% de todo o mercado de medicamentos no Brasil, que é o oitavo maior mercado do mundo nesse segmento, e contava com 7164 farmácias de manipulação e mais 1082 que atendem exclusivamente homeopatia.




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